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CIDADE
Segunda - 09 de Fevereiro de 2015 às 15:55
Por: Da Redação TA

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 A Avenida Historiador Rubens de Mendonça, mais conhecida como Avenida do CPA, deverá ser interditada nos próximos dias, para obras de reparo no viaduto Jamil Nadaf, mais conhecido como Viaduto da Sefaz.

A interdição pode durar até sete meses, de acordo com o secretário Estado do Gabinete de Projetos Estratégicos, Gustavo Oliveira.

Durante audiência pública nesta segunda-feira (9), Oliveira afirmou que não existe risco de a obra desabar. Segundo ele, a garantia está em um laudo técnico que apontou apenas problemas com a durabilidade e não na obra em si, por isso serão feitos escoramentos.

De acordo com a empresa LSE - Laboratório de Sistemas Estruturais Ltda., o relatório de avaliação de desempenho estrutural e da qualidade do viaduto Sefaz, apontou no teste de carga permanente que a estrutura apresentou resistência satisfatória, não havendo o risco de desabamento não avisado.

Ainda de acordo com o documento é necessário o reforço da estrutura, contemplando das fundações até a superestrutura, “onde as resistências são insuficientes para a intensidade dos esforços”, afirmando que o viaduto somente poderá entrar em uso pleno “após a aprovação por uma nova e completa inspeção, com aplicação de cargas dinâmicas da mesma natureza das previstas para a obra em serviço”, como descrito no texto.

Interdição

A obra foi interditada no início do mês de agosto do ano pasado para restruturação, após um monitoramento na estrutura e análise no projeto detectar algumas irregularidades.

De acordo com o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, o viaduto apresentou “fissuras milimétricas” em suas juntas de dilatação, observadas no mês de julho. Os custos da intervenção estão sendo suportados integralmente pelo Consórcio, sem qualquer ônus ao Governo de Mato Grosso, uma vez que o viaduto está dentro do prazo de garantia contratual.

O projeto arquitetônico do viaduto Sefaz, presente no escopo do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na linha 1 (Aeroporto-CPA), compõe as 13 obras de arte planejadas para os 22,2 km de percurso do novo modal de transporte urbano. O elevado foi entregue em fevereiro de 2014 e foi orçado em R$ 18 milhões.





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