Publicado em Domingo - 12 de Março de 2017

Geral Decadência Política em MT: Mickey e Simba!

Em Mato Grosso temos 08 deputados federais, uma representatividade muito pequena, frente a um Estado com um futuro promissor. Pressupõe-se que em virtude do reduzido quadro, os mesmos se dediquem dia e noite para as melhorias de Mato Grosso. Fui surpreendida nestes dois últimos dias pela mídia, com a preocupação de um dos nossos deputados, com suposta orientação sexual de desenhos animados.

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Wellen Candido Lopes é advogada, pedagoga. Doutora em Ciências Jurídicas e Sociais
Wellen Candido Lopes é advogada, pedagoga. Doutora em Ciências Jurídicas e Sociais

Neurilan Fraga é presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios
Neurilan Fraga é presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios

Geral É preciso mais que boa vontade

Publicado em Domingo - 12 de Março de 2017

Os primeiros dois meses de administração municipal já sinalizaram para os prefeitos, eleitos ou reeleitos, que os desafios serão enormes e constantes nesta nova gestão. Os indícios preocupam, mas não chegam a ser uma novidade para os gestores, que historicamente enfrentam grandes dificuldades para cumprirem as suas atribuições constitucionais, por falta de recursos financeiros. Esta situação é consequência do famigerado Pacto Federativo, por meio do qual o governo federal fica com mais 60% do que é arrecadado no país.

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Lourembergue Alves é professor universitário e articulista de A Gazeta
Lourembergue Alves é professor universitário e articulista de A Gazeta

Geral Urge a necessidade da aprovação

Publicado em Domingo - 12 de Março de 2017

O Parlamento é imprescindível à vida em democracia. Isto porque ele pode ser transformado em um local de convergência das reivindicações e exigências dos mais diversos setores da sociedade. Deveria sê-lo, mas quase nunca o é. Falta-lhe, na maioria das vezes, o mínimo de planejamento para tal, bem como disposição de seus integrantes para servirem a outrem, e não para se servirem da instituição, do cargo e das benesses que do poder emanam. Este, infelizmente, é o retrato das Casas Legislativas brasileiras. Retrato que deveria ser mudado por completo. O que requer mudança de comportamento dos parlamentares. Igualmente a adoção, de verdade, da transparência como meta cotidiana. E isto exige a substituição de muitas de suas práticas, alheias à própria transparência. Até que existem algumas ideias nessa direção. No ano passado, por exemplo, o deputado José Domingo Fraga (PSD) apresentou uma PEC que mexe com a eleição da Mesa Diretora, empurrando inclusive a data da votação de setembro para dezembro, e impede a reeleição para o mesmo cargo, assim como também a candidatura alternada para as cadeiras de presidente e primeiro secretário.

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Gonçalo Antunes de Barros Neto escreve aos domingos em A Gazeta
Gonçalo Antunes de Barros Neto escreve aos domingos em A Gazeta

Geral Democracia se valha!

Publicado em Domingo - 12 de Março de 2017

A democracia é potência ou é ato?

Se considerarmos possível tal dualidade, a fenomenologia de Heidegger deve ser repensada. Por esta, o fenômeno ou o relativo-absoluto continuará a ser relativo porque o "aparecer" pressupõe, em essência, alguém a quem aparecer, e o ser de um existente "é" exatamente o que o existente aparenta. Não há algo a ser observado pelo ombro do que aparenta, como se a essência lhe fosse distinta, apesar da vontade kantiana que assim fosse.

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Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso
Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso

Geral Fazejamento

Publicado em Domingo - 12 de Março de 2017

Em Mato Grosso o termo "fazejamento" é década de 1970. Refere-se àquele momento especial de implantação da Universidade Federal de Mato Grosso. Tinha o sentido da objetividade absoluta. Havia tudo por fazer e ninguém gastava tempo com firulas ideológicas. Ao contrário, a ideologia era absolutamente pragmática: implantar a universidade pra que ela servisse de suporte pra o futuro que chegaria mais hora menos hora. Troque-se ideologia por idealismo.

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WELLEN CANDIDO LOPES é advogada, pedagoga, doutora em Ciências Sociais
WELLEN CANDIDO LOPES é advogada, pedagoga, doutora em Ciências Sociais

Geral A mulher e a contemporaneidade

Publicado em Quarta - 08 de Março de 2017

A mulher conseguiu seu espaço social timidamente por volta da década de 70. Uma posição ainda vista pela janela do imaginário. Trabalhando inicialmente em casa, com atividades ainda peculiares à mulher tradicional, as funções de confeiteira e doceira eram as principais atividades laborativas exercidas como fonte de renda complementar para sua família. Em casa, cuidando dos filhos e simultaneamente fazendo seus quitutes e bolos para venda, da “janela,” voltava seu olhar para um futuro profissional mais qualificado e ainda distante. Por muito tempo, a mulher se viu como mera espectadora do cenário laborativo. A cultura machista era predominante no mercado de trabalho, na esfera pública e política, estando a mulher na margem de tudo.

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Ederaldo José Pereira de Lima, Contador e Professor Universitário, Mestrando em Ciências Contábeis
Ederaldo José Pereira de Lima, Contador e Professor Universitário, Mestrando em Ciências Contábeis

Geral Acerto de Contas

Publicado em Quinta - 02 de Março de 2017

Mais um ano e mais um período de Ajuste Anual de Imposto de Renda Pessoa Física se aproxima, no próximo dia 02 de Março se inicia a corrida para declarar o Imposto de Renda 2017 sobre os fatos acontecidos no ano de 2016.

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Alfredo da Mota Menezes escreve em A Gazeta
Alfredo da Mota Menezes escreve em A Gazeta

Geral Pós-verdade

Publicado em Terça - 28 de Fevereiro de 2017

Algumas escolas nos EUA estão ensinando aos alunos como diferenciar uma notícia verdadeira de uma falsa. Na Califórnia pode passar uma lei determinando isso para todas as escolas. O Facebook e o Google também pesquisam meios para controlar esse fenômeno do momento mundial. Alguém pode, numa mídia social, colocar uma mentira ou inverdade e ela se espalhar. Dizem que uma mentira na mídia social espalha muito mais rápida do que a verdade.

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Lourembergue Alves é professor universitário e articulista de A Gazeta
Lourembergue Alves é professor universitário e articulista de A Gazeta

Geral Desrespeito violento

Publicado em Terça - 28 de Fevereiro de 2017

Esta coluna, há tempos, registra e comenta o discurso político e o próprio jogo político. Nada, neste campo, escapa-lhe dos olhos. Independentemente das cores partidárias, ou de quem se encontra no posto de mando ou do timbre da voz do enunciador. Ainda que o cântico esteja fora do tom, ou em descompasso entre o que se prega e a sua prática cotidiana. E não basta um simples olhar sobre, mas que seja verdadeiramente cuidadoso. Clínico e crítico com certeza. Exigência de o próprio viver democrático. Viver que é plural, assim como é a própria sociedade, a qual se assenta em um dado terreno contextual e se fortalece à medida que suas coisas são também valorizadas.

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JUACY DA SILVA, professor universitário, titular e aposentado UFMT, mestre em sociologia, articulista
JUACY DA SILVA, professor universitário, titular e aposentado UFMT, mestre em sociologia, articulista

Geral Foro privilegiado e impunidade II

Publicado em Terça - 28 de Fevereiro de 2017

O chamado foro privilegiado na verdade tem um nome meio complicado “foro por prerrogativa de função”ou pode também se denominado de foro especial, enfim,é uma prerrogativa que os ocupantes de determinadas funções públicas tem para serem investigados, julgados e condenados apenas por tribunais superiores.

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